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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Semi-Pro: ao infinito e além!

As vendas das câmeras semi-profissionais têm crescido bastante ao meu ver. Cada vez mais, as pessoas têm deixado as compactas para trás e indo em busca de algo a mais, algo melhor. Mas será que elas são melhores mesmo? E o custo/benefício? Tive algumas, portanto, acho que consigo ajudar bastante na melhor compra. Vamos fazer um balanço e avaliar as melhores opções no mercado para você.

Fuji S9100
Minha primeira câmera semi-pro foi uma Fujifilm S9100. Um zoom de fazer inveja até nas compactas mais modernas. Tinha um visor muito versátil, me ajudou bastante. Usei por um bom tempo, paralelamente, meu pai empunhava uma Nikon D60. Outra máquina impressionante! Tínhamos na época apenas uma 18-55mm e uma 55-200mm mas conseguíamos fazer excelentes trabalhos em modéstia parte. A Fuji tem um valor inferior a D60, porém, avalio ambas com custo/benefício semelhante. A D60 kit é encontrada hoje por R$ 1000,00 e a S9100 por R$ 750,00. Na Nikon temos a nova D3200, e a Fuji lançou 
Nikon D60 com 18-55mm e 55-200mm
a HS30EXR.  A primeira tem a possibilidade de várias lentes, não se empolgue, pois elas continuas bem caras. O seu destaque fica por conta do sensor de 24,2 M e vídeos full HD 1080p. A última possui um zoom 24-720mm, equivalente a 30x, além de 16 M. Custam R$ 2200,00 e R$ 1300,00, respectivamente. Chegamos a ter também uma Fuji S100, ótima, perde para as modelo Nikon pela velocidade do clique.




Nikon D3200

Fuji HS30EXR




Já ouvi falar muito das Sony, especialmente da HX1, nunca usei mas boto minha mão no fogo por qualquer Sony que não seja profissional.

As semi-pro requerem um investimento relativamente alto. A boa compra está em câmeras usadas e bem conservadas, é difícil de encontrar, portanto, não perca uma boa chance!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Equipamento I: minhas compactas

Galera, há um tempo eu penso em fazer este post. Muita gente me pergunta sobre várias câmeras para comprar, então, tá tudo aí. Para ficar mais fácil, vou dividir em três partes: compactas, semi-profissionais e profissionais. Vamos começar pelas compactas.

Olympus D-520
A primeira digital compacta que meu pai teve foi uma Olympus Camedia D-520 de humildes 2.0 megapixel e 3x de zoom. Fui um sucesso perto de trambolhos de plástico que ainda usavam filmes.



Olympus C-470
Olympus VR-320
Pouco depois trocamos-a por outra Olympus, a C-470 de 4.0 megapixel, na época trocávamos em pouco tempo devido a frequentes viagens a São Paulo. Essas duas câmeras eram boas para a época, hoje eu nem passo perto delas mas temos boas recordações. O mais novo lançamento da marca é a VR-320. Oferece 14 megapixel, LCD de 3,0" e zoom óptico de 12,5x. Sem falar no precinho camarada de R$ 250,00 a R$ 450,00. Um ótimo custo/benefício.

Sony W80












A terceira da nossa lista é um espetáculo, com direito a todas exclamações possíveis!!! Simplesmente apaixonante! Com vocês, a Sony W80! Temos até hoje e me orgulho da maquininha! Já caiu, bateu, socou, viajou, voou... e o melhor: continua perfeita! Eu insisto com meu pai para ele comprar uma outra máquina da mesma linha, porém, mais recente. Quem comprar qualquer Sony compacta está satisfeito, garanto. De olho nas novidades, os mais novos sucessos da marca atendem como: WX7 E WX10. Os preços variam entre R$ 550,00 e R$ 900,00 e valhem cada centavo. Clique aqui e saiba os detalhes da Sony WX10.

Sony WX10

Nossa última aquisição foi a Fujifilm XP10. Sua ótica não chega nem perto das Sony em geral mas tem atributos interessantes. Ela é à prova de água, choque, queda, gelo, poeira, etc. É pau para toda obra, quase indestrutível (eu já testei). No modo de vídeo, quando você dá zoom em meio a gravação escuta o barulho da lente no filme. Apenas uma pequena falha da nossa guerreira.

Fuji XP10
Essas são todas as câmeras que eu já pude testar e garantir pra vocês, é lógico que existem Nikon, Canon, Panasonic, Samsung e outras mais que são ótimas. Só quis mostrar estas pois eu já as tive em mãos. Qualquer dúvida sobre o que comprar, só me enviar por e-mail: pepe.mazzei@yahoo.com.br .








terça-feira, 10 de julho de 2012

Simpatia é quase amor!



Eu havia pensado em escrever sobre equipamento, mas tendo em vista um assunto urgente, adiei a publicação. O assunto urgente a que me refiro é a educação e o comportamento dos profissionais da área da fotografia. De uns tempos pra cá fui perceber que eu não sou o único que percebe e se sente (muito) incomodado com isso. A maioria dos fotógrafos nem olha na minha cara! Eu nem me atrevo a comprimentá-los.


Há uns anos era ainda pior, ser pequeno era um problema, nunca fui tão ignorado. Qual o problema de ter um metro e meio e uma Nikon D60? Qualquer evento aberto era motivo para entrarem na frente. Olhavam de cima a baixo. Eu já "decifrei"  esse pensamento várias vezes, "o que esse menino está fazendo com isso na mão?". Estou trabalhando, ora! Qual o problema, não é? 

Nunca entendi o porquê dessas atitudes. Só gera inimizade entre os profissionais. Acabei aceitando que a maioria dos fotógrafos são antipáticos e criei um conceito (falso ou não) de que são mal-educados também. Sempre fui doido pra chegar num evento e puxar um bom papo, trocar ideias com outros fotógrafos mas foram raríssimas as vezes que isso aconteceu. Veja bem, não estou pedindo para todos serem meus amigos ou que me deem a atenção deles. Só que me respeitem e me tratem de igual para igual. Uma dessas foi na última etapa da Mitshubishi Cup em Jaguariúna-SP. Eu estava há mais de um quilômetro de chegada, quando um fotógrafo parou uma TR4 próxima a mim e me ofereceu água, comida, etc. Fiquei muito feliz em ver que ainda restam bons fotógrafos, não só de dedo e olho. Mas de coração! 



domingo, 27 de maio de 2012

Apareça e cresça!

Contrariando o ditado popular "Cresça e apareça!", hoje escrevo sobre como crescer profissionalmente. Para facilitar, farei de mim, um exemplo. A primeira vez que eu peguei  numa máquina fotográfica com segundas intenções completará em breve 5 anos. Tempo suficiente para "cobrir" todos os tipos de evento, levar alguns calotes mas me tornar um fotógrafo muito melhor. Eu percebo o quanto cresci tecnicamente quando comparo minhas antigas imagens.  Além da parte técnica, construí o meu nome, uma espécie de reputação. Não sou nenhuma estrela, nenhum gênio, mas hoje várias pessoas conhecem e apreciam meu trabalho. É o que qualquer um que começa na profissão deve ambicionar. A melhor sensação, é quando você tem o seu trabalho elogiado, reconhecido.


Matéria da Folhinha (Folha de SP)
Em 2009 e 2010, foram duas entrevistas pra programas de TV no dia das crianças. 

Em 2010 saiu uma pequena matéria na Folhinha, caderno infantil da Folha de SP, na época eu tinha 12 anos. Tirava fotos sem qualquer responsabilidade, era mais lazer. Foi uma matéria simples mas meus avós que estavam em Alagoas na época conseguiram ver as minhas fotos. Só o fato da minha família e os meus amigos verem um retorno do meu esforço, é suficiente. Hoje, quando pesquiso meu nome no "Google", vejo o link da matéria. Veja aqui

Felizmente, essa fase de "dia das crianças", "caderno infantil" acabou. Já me vejo no mesmo patamar dos fotógrafos mais experientes. 

Resumindo, a dica é mostrar o seu trabalho. Você tem que fazer o seu máximo em cada trabalho, ele será visto por muita gente. Antes o meu foco era o Flickr, mas já percebi que as pessoas raramente vão até as fotos. Então levei as minhas fotos até as pessoas, com o Facebook.



Matéria na Fotografe Melhor n° 139

No ano passado veio a minha maior "conquista", uma publicação na Fotografe Melhor.  Fiquei muito feliz, pois eu esperava aquilo por meses. Adorei o texto principalmente aquela última frase. haha! "Seria um menino-prodígio?". A todo momento essa frase bate e rebate na minha cabeça. Voltando ao nosso assunto, quando apresento o meu trabalho, mostro ao cliente que tenho fotos na Fotografe Melhor, na Folha de SP. Sem dúvida, isso dá credibilidade e confiança. Tudo o que você precisa na hora de fechar um negócio e "conquistar" o cliente. 

Algumas vezes, um fotógrafo excelente não é reconhecido porque não aparece. Em contra-mão, alguns vivem só do nome, conheço vários que não fazem nada além do "feijão com arroz". Os inovadores têm que mostrar. Enviei quatro emails até minha foto ser publicada, demorou uns seis meses, mas está aí. Não desista de crescer e mostrar, aliás, mostrar e crescer.


Matéria publicada no Dia Internacional da Fotografia, no Diário Regional.






quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Copa Rally Peugeot de Velocidade (parte II)

Bom, vamos retomar a estória. Fiz a curva e só vi um monte de pedaços espalhados pela pista, fiquei espantado, "cadê o carro?". Do meio do mato apareceram o piloto e o navegador, já veio o alívio, os caras estão vivos e bem. Muito assustados, com os olhos arregalados, mas bem. Perguntei se estava tudo ok e o piloto acenou com a cabeça, logo não deixei passar:- Cadê o carro? Ele aponta para o mato, chego de fininho e me deparo com isso:

O carro capotou 8 vezes e derrubou um moeirão.
 Infelizmente, vai direto pro ferro-velho.













Logo chegaram meu irmão, meu pai e o PC (posto de controle) que avisou a organização. Enquanto não chagava ninguém, fomos alertandando os competidores seguintes e retirando as peças da pista . O navegador agradecia a todo momento por estar usando o "hans" (foto da direita), pois segundo ele, sofreu uma forte pancada na cabeça.
Piloto sinalizando a pista.
Já que os pilotos estavam bem, fomos embora porque depois dessa prova teve um "indoor" (circuito fechado). No caminho nos encontramos com um carro da organização e um guincho. Outra vez a organização me espantou pela velocidade.

Atenção: a melhor parte ainda está por vir, no fim de semana sai a terceira parte. Não percam!!

sábado, 8 de outubro de 2011

Copa Rally Peugeot de Velocidade (parte I)


Sol a favor.
"Mini-panning" 
Lá fomos nós em mais uma aventura. A jornada começou cedo, três e meia da manhã já estava de pé. Levanta, troca de roupa, pega o lanche, a máquina e desce. Foi o recado do meu pai. Quatro e meia, já na estrada. Deitei no banco de trás para tentar cochilar, eu disse tentar. Estávamos atrasados e meu pai acelerou, média de 95km/h. Conseguimos chegar sãos e salvos e já fomos para a pista. Deixamos o carro em um lugar seguro, peguei a máquina montada na 18-105 VR, mochila nas costas com o flash e a 
Um carro do seu lado a 140 km/h, pode tremer.
70-300. Eu amo usar a 70-300 quando o assunto é esporte, principalmente de 
velocidade. Mas nessa prova não foi necessária. Para ficar mais á vontade, pendurei a mochila na árvore e bebi um refri. Logo vimos a qualidade de uma prova de porte nacional. Passam 3 carros da organização, para alertar os moradores (que já haviam sido avisados com uma semana de antecedência), e verificar se há algum impedimento. Pista liberada, começa o show!! É de arrrrepiar!!
Na primeira volta fiquei nesse ponto (a cima):


"Os caras" jogaaam de lado.
Já na segunda "descemos" o percurso. 
Aceleram bonito!
Eu fiquei "em cima" dessa curva (ao lado), meu irmão mais pra baixo e meu pai acima, numa reta que tinha um alto (saltinho) no início e no fim o "S" em que eu estava.  De repente meu pai  diz no radio que vai descer porque os carros não estavam saltando. Ele passou por mim e pelo meu irmão e ficou mais abaixo. Três carros depois, escutei uma acelerada e vários "blum, blum, blum" mais uma acelerada e o carro morreu. Logo pensei: "Capotou!! Será que está tudo bem? E se o
 Muita poeira, atrapalha muito.
cara morrer na minha frente?" Apavorei! Falei no radio: Pai, capotou. Estou indo lá ver. Ele respondeu: - Vai lá! Mas vai pelo canto! Fui correndo pelo mato com a máquina na mão e quando não dava mais pulei na pista. Gritava perguntando se estavam bem mas não obtive resposta, o que me deixava mais ansioso. Quando passei pela segunda perna do "S"....... O resto da história você confere no próximo post.


domingo, 14 de agosto de 2011

Como colar as "borrachinhas" que descolam do corpo.

Sugestão do Alberto, da comu Nikon Brasil.

Varias vezes levei minhas câmeras para Nikon para arrumar a borracha do corpo que soltava. Uma vez ate passei super bonder mas logo soltava novamente e eventualmente levava na Nikon. Hoje já descobri algo melhor: cola preta de silicone. É uma cola para usos automotivos, para colar borracha, plásticos e selar/vedar cabos eletricos. O negocio é puxar um pouco a borracha do corpo (sem descolar muito o resto que não soltou), limpar os detritos e gorduras - um algodão um pouco humedecido em álcool ajuda. Assim q secar o álcool aplica-se a cola silicone em camada bem fina (não precisa ser bonitinho não), usando-se um palito de dentes, cobrindo as áreas do corpo com cuidado para evitar de cobrir os parafusos. Aplique a cola com cuidado nas bordas também. Assim que a cola tiver aplicada, pressiona-se a borracha de volta no lugar. A cola deve levar uma hora pra secar, mas 24 horas seria ideal para ter aderência melhor. Limpe as bordas se a cola sair pra fora - não deve manchar a borracha nem o corpo da camera, mas é bom evitar o contato com a pele pois a cola pode irritar. Cubra a borracha com fita durex ou algo para manter pressão sobre toda a borracha, especialmente sobre as bordas. Depois de 24 horas a borracha vai estar fixada no lugar como originalmente. Foi o que fiz com a minha D200IR neste ultimo fim de semana. Primeiro a limpeza do sensor, agora borracha do corpo... daqui a pouco estarei trocando chip interno e tal

Só pra deixar avisado, não me responsabilizo por perdas de garantia ou coisas do gênero caso alguém siga as instruções detalhadas acima. Mas que economizaria em tempo e dinheiro, isso eu não tenho dúvidas.


Isso aconteceu na minha também.


 Vou tentar e depois posto o resultado.