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sexta-feira, 3 de maio de 2013

Mitsubishi Cup 2013 - Ribeirão Preto

150 dias. Foi esse o intervalo entre as as temporadas 2012 e 2013. Confesso que nesse intervalo, bateu saudade. Quando eu entro no carro indo para uma etapa da Mit Cup, muda totalmente o meu humor. É fantástico! Eu e meu pai ficamos como crianças que acabaram de ganhar um brinquedo novo. Acho que é isso, cada etapa é um brinquedo novo. Então, fomos brincar..
Dia 23 de Março de 2013, abrindo a 14* temporada da Mit Cup, a cidade de Ribeirão Preto no interior de São Paulo. Nunca tinha ido à Ribeirão, é uma típica cidade do interior de São Paulo: ruas largas e bem sinalizadas, tem um shopping enorme (tem preços muito melhores do que em Juiz de Fora), muito bom. 
A pista: cana alta, ou seja, poucos pontos que se tem acesso a pista. Se eu não me engano, tinha apenas três pontos que a Mitsubishi indicava para os fotógrafos. Graças aos meus amigos Weidner Moreira e Breno Rezende, fiz fotos muito boas. O Weidner é navegador na Triton ER Master, enquanto ele corria deixou conosco as chaves do seu Troller. E o Breninho, ficou zanzando comigo pra cima e para baixo em busca dos melhores saltos e das melhores curvas. Já aproveito para agradecê-los. 

Ponto 1: Gunter e Weidner
O primeiro ponto era bem próximo, dava para ir caminhando. Um gancho virando à direita, não muito rápido. Não rendeu o esperado, por isso, fiquei por pouco tempo.





Ponto 2: Marcos Cassol e Luis Felipe Eckel

Segundo ponto, os carros vinham do gancho do primeiro ponto, desciam uma reta em alta velocidade e faziam essa curva à esquerda. Às vezes passando em cima da cana ou jogando a traseira de lado.
Ponto 2: Marcos Baumgart e Kleber Cincea

Eu cansei das fotos do segundo ponto e resolvi procurar outro. Eu corri a pé 20 minutos do ponto dois até este. Isso mesmo, corri, e muito. Um camarada solidário me indicou como ter acesso aonde os carros passavam. Cheguei lá tinha um carro de apoio com uma mulher e uma menina que devia ter mais ou menos a minha idade. Acho que elas se espantaram com o fato de alguém chegar até lá, ainda mas à pé. Me ofereceram água e eu suado e com a boca seca, aceitei. Corri tanto pra não ficar nem 10 minutos. Meu pai estava voltando de carro de outro ponto, eu não ia correr tudo de novo, peguei uma carona. 


Ponto 3: Marcos Cassol e Luis Felipe Eckel

Ponto 3: Cristian Baumgart e Beco Andreotti
Passamos direto pelo "lounge", andamos uns três quilometros para ter acesso a pista novamente. Era uma subida, trecho lento, mas...antes da subida tinha uma reta enorme e uma leve curva à esquerda. Deram fotos muito boas! Ficaram show! 












Balanço final: poucos pontos de acesso à pista mas graças a boa vontade do Breninho e a ajuda do Weidner conseguimos chegar a bons pontos de fotografar. Marceloeb e sua irreverência ao volante foram a cereja do bolo. Mendes e Mendes/Lobo Guará em terceiro lugar na primeira etapa da Mit Cup 2013! Vamos que vamos que aí vem Mafra-SC!!!!

domingo, 31 de março de 2013

Fotografando com o iPhone 4

Há um ou dois anos li uma matéria na Fotografe dizendo que um concurso havia sido ganho com uma foto feita com um iPhone. Hoje isso não me impressiona mas na época foi bem estranho, eu confesso. 
Seis meses atrás tive a oportunidade de comprar um iPhone 4 e não deixei passar. Já fiz várias imagens com ele e cheguei a minha conclusão final. O iPhone assim como outros smartphones alcançaram um nível de fotografia muito bom mas tudo tem sua utilidade. Cada um no seu quadrado, como diz meu pai. Para quem sentia a necessidade de andar por ai com uma câmera compacta no bolso, os celulares resolvem o problema. Não têm a mesma qualidade mas quebram o galho. Com o meu celular no bolso, eu me sinto preparado. Não consigo sair sem câmera mas o iPhone filma e fotografa bem, então resolve o meu caso. 
Se você quer fazer mega fotos ou fotos de uma viagem, festa, etc, não dá certo. O celular é limitado. Existem milhões de aplicativos com super efeitos mas a qualidade da foto é limitada. A velocidade é limitada. 
Minha dica: usar o celular é perfeito para algumas emergências e no dia-a-dia e nada mais.


Alguns exemplos com as fotos que eu já fiz. Situações com uma luz bem diversa:

Festa em um casa noturna. Situação com pouca luz e foto sem flash.

Dia ameno em Nova Dores - MG

Muito sol em Angra dos Reis - RJ

Um pôr-do-sol diferente em Juiz de Fora - MG

domingo, 13 de janeiro de 2013

Só as Profissa! (Nikon)


Desejadas por muitos, as câmeras PRO são caras mas vou mostrar os melhores custos/benefícios para vocês. Não tenho muito tempo de fotografia (5 anos), mas vivendo no século XXI com a  mania do consumismo, já tive várias câmeras. D40, D60, D70s, D80, D90, D3000, D5000, D200, D300s, são nove câmeras de semi-pro a pro nos últimos três anos. Na era digital, meu pai e eu optamos pela Nikon mas não faz mal nenhum se você tem preferência pela Canon. As outras marcas eu não aconselho. Nem Sony vale à pena. Não tem mercado e tem pouca variedade de acessórios. Se estiver na dúvida entre Nikon e Canon, fique despreocupado. Qualquer uma das duas lhe servirá muito bem. 

Até hoje só peguei duas Canon profissionais, enquanto já foram mais de dez Nikon. Então, vou falar do equipamento que eu conheço e domino. Por incrível que pareça de todas essas câmeras que eu citei acima apenas duas ainda não saíram de linha. A D90 e a D300s, minhas câmeras atuais. Quanto as outras, apresentarei suas substitutas que são muito superiores. 

Começando do básico. A câmera de entrada da marca, Nikon D3200.

24.2     4qps      100-6400       Full HD
Megapixels                Disparo Contínuo             ISO expansível para 12800 (Hi 1)            Vídeos em 1080p com som estéreo

Trata-se de uma câmera simples. Chamá-la de limitada chega a ser ofensivo. Pare e dê uma olhada. São quatro fotos por segundo. E é só a primeira câmera. A D3200 é a máquina com a melhor avaliação dos compradores do site da Nikon Brasil [1]. Dentre todos os recursos, esse modelo possui um que é muito apreciado na atualidade. Com ela, você pode postar suas fotos instantaneamente nas redes sociais. "Ao utilizar o Adaptador Móvel Sem Fio WU-1a (opcional), você pode enviar as imagens automaticamente para o seu smatphone ou tablet e, até mesmo, utilizar o seu dispositivo inteligente para capturar imagens remotamente da sua D3200. Com um aplicativo fácil de usar, agora você não precisa mais esperar para compartilhar aquela linda imagem." Li várias críticas e opiniões sobre a bichinha e cheguei a uma só conclusão: ela é fantástica! Super elogiada a qualidade da imagem. Você a encontra no mercado com valores oscilando entre: 1,5 mil e 2,5 mil reais.
Seguindo a linha, a próxima seria a D5100. Isso mesmo, seria! A D3200 é superior a D5100 em todos os quesitos. Além de ser mais moderna. A recém lançada D5200 é muitíssimo parecida com a D3200. Tamanho do sensor, definição, etc, tudo muito semelhante. Mas pela diferença de preço, minha sugestão é mesmo a D3200. Acesse o site e faça o teste comparativo [2].

Agora sim, seguindo. Sou suspeito para falar da próxima câmera. Meu pai comprou a nossa primeira D90 em julho de 2010. Nasceu ali uma paixão. Tenho essa mesma câmera até hoje e no auge de seus 80 mil clicks ela nem se abala. Posso elegê-la como a melhor custo/benefício. Tanto é que acabamos comprando outra. Produz imagens de deixar qualquer um de queixo caído. Detalhe: ela já possui o sistema de foco automático. Você não precisa de lentes super caras AF-S. A qualidade de vídeo não é ruim mas o audio é péssimo. Ninguém é perfeito. A essa altura do campeonato seu preço está entre: 2 mil e 2,8 mil reais o kit. E 1,2 mil a 1,8 mil o corpo.
Passando a diante temos a D7000. Uma câmera que não emplacou. Logo depois do lançamento, vi muitas pessoas reclamando da máquina.

D300s. A próxima da linha é minha atual câmera. Já partimos para um nível diferente. Já é uma profissional de carteirinha e assinada. Ganhei a minha de presente do meu pai há uns meses e sou fã. Meu pai tem a dele há um tempinho mas eu não a usava frequentemente. Com a minha câmera em mãos, pude ter a certeza da sua qualidade. O menu, muda. O modo de configurar, muda. Os botões, mudam. Tudo para facilitar o trabalho do fotógrafo e para complicar a vida dos leigos. Sem dúvida alguma, essa não é uma câmera para quem quer cair de para-quedas no mundo da fotografia. Destaco alguns pontos: opção do cartão de memória SD ou Compact Flash; e incríveis 7 fotos por segundo, que não deixam que você perca nem um momento. A sua velocidade máxima de disparo contínuo é superior a de todas as outras exceto a top da linha, D4. Em relação a recém lançada D600, eu opto pela minha D300s. Apesar da novata ter uma qualidade de vídeo melhor, um sensor maior e uma qualidade de foto melhor, faz 5,5 fotos por segundo. E pode acreditar, faz diferença! A D800 ou a D700, sua antecessora me atraem. A D700 saiu de linha mas sempre foi meu sonho de consumo que foi rapidamente transferido para a D800. Por ter uma qualidade melhor que a D600, apesar do mesmo tamanho do sensor. Li muitas reclamações sobre a D600, sobre problemas no sensor. Já com a D800, elogios quanto a qualidade. A diferença é que você encontra o corpo da D300s variando de 2,5 mil a 3 mil reais, já o corpo da D800 está na faixa de 8,5 mil reais.


Não se esqueça, as minhas dicas são: D3200, D90, D300s e D800 se você quiser uma câmera top. 

Qualquer dúvida sobre o que comprar é só entrar em contato comigo no facebook, atenderei com o maior carinho.