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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Copa Rally Peugeot de Velocidade (parte II)

Bom, vamos retomar a estória. Fiz a curva e só vi um monte de pedaços espalhados pela pista, fiquei espantado, "cadê o carro?". Do meio do mato apareceram o piloto e o navegador, já veio o alívio, os caras estão vivos e bem. Muito assustados, com os olhos arregalados, mas bem. Perguntei se estava tudo ok e o piloto acenou com a cabeça, logo não deixei passar:- Cadê o carro? Ele aponta para o mato, chego de fininho e me deparo com isso:

O carro capotou 8 vezes e derrubou um moeirão.
 Infelizmente, vai direto pro ferro-velho.













Logo chegaram meu irmão, meu pai e o PC (posto de controle) que avisou a organização. Enquanto não chagava ninguém, fomos alertandando os competidores seguintes e retirando as peças da pista . O navegador agradecia a todo momento por estar usando o "hans" (foto da direita), pois segundo ele, sofreu uma forte pancada na cabeça.
Piloto sinalizando a pista.
Já que os pilotos estavam bem, fomos embora porque depois dessa prova teve um "indoor" (circuito fechado). No caminho nos encontramos com um carro da organização e um guincho. Outra vez a organização me espantou pela velocidade.

Atenção: a melhor parte ainda está por vir, no fim de semana sai a terceira parte. Não percam!!

sábado, 8 de outubro de 2011

Copa Rally Peugeot de Velocidade (parte I)


Sol a favor.
"Mini-panning" 
Lá fomos nós em mais uma aventura. A jornada começou cedo, três e meia da manhã já estava de pé. Levanta, troca de roupa, pega o lanche, a máquina e desce. Foi o recado do meu pai. Quatro e meia, já na estrada. Deitei no banco de trás para tentar cochilar, eu disse tentar. Estávamos atrasados e meu pai acelerou, média de 95km/h. Conseguimos chegar sãos e salvos e já fomos para a pista. Deixamos o carro em um lugar seguro, peguei a máquina montada na 18-105 VR, mochila nas costas com o flash e a 
Um carro do seu lado a 140 km/h, pode tremer.
70-300. Eu amo usar a 70-300 quando o assunto é esporte, principalmente de 
velocidade. Mas nessa prova não foi necessária. Para ficar mais á vontade, pendurei a mochila na árvore e bebi um refri. Logo vimos a qualidade de uma prova de porte nacional. Passam 3 carros da organização, para alertar os moradores (que já haviam sido avisados com uma semana de antecedência), e verificar se há algum impedimento. Pista liberada, começa o show!! É de arrrrepiar!!
Na primeira volta fiquei nesse ponto (a cima):


"Os caras" jogaaam de lado.
Já na segunda "descemos" o percurso. 
Aceleram bonito!
Eu fiquei "em cima" dessa curva (ao lado), meu irmão mais pra baixo e meu pai acima, numa reta que tinha um alto (saltinho) no início e no fim o "S" em que eu estava.  De repente meu pai  diz no radio que vai descer porque os carros não estavam saltando. Ele passou por mim e pelo meu irmão e ficou mais abaixo. Três carros depois, escutei uma acelerada e vários "blum, blum, blum" mais uma acelerada e o carro morreu. Logo pensei: "Capotou!! Será que está tudo bem? E se o
 Muita poeira, atrapalha muito.
cara morrer na minha frente?" Apavorei! Falei no radio: Pai, capotou. Estou indo lá ver. Ele respondeu: - Vai lá! Mas vai pelo canto! Fui correndo pelo mato com a máquina na mão e quando não dava mais pulei na pista. Gritava perguntando se estavam bem mas não obtive resposta, o que me deixava mais ansioso. Quando passei pela segunda perna do "S"....... O resto da história você confere no próximo post.


domingo, 14 de agosto de 2011

Como colar as "borrachinhas" que descolam do corpo.

Sugestão do Alberto, da comu Nikon Brasil.

Varias vezes levei minhas câmeras para Nikon para arrumar a borracha do corpo que soltava. Uma vez ate passei super bonder mas logo soltava novamente e eventualmente levava na Nikon. Hoje já descobri algo melhor: cola preta de silicone. É uma cola para usos automotivos, para colar borracha, plásticos e selar/vedar cabos eletricos. O negocio é puxar um pouco a borracha do corpo (sem descolar muito o resto que não soltou), limpar os detritos e gorduras - um algodão um pouco humedecido em álcool ajuda. Assim q secar o álcool aplica-se a cola silicone em camada bem fina (não precisa ser bonitinho não), usando-se um palito de dentes, cobrindo as áreas do corpo com cuidado para evitar de cobrir os parafusos. Aplique a cola com cuidado nas bordas também. Assim que a cola tiver aplicada, pressiona-se a borracha de volta no lugar. A cola deve levar uma hora pra secar, mas 24 horas seria ideal para ter aderência melhor. Limpe as bordas se a cola sair pra fora - não deve manchar a borracha nem o corpo da camera, mas é bom evitar o contato com a pele pois a cola pode irritar. Cubra a borracha com fita durex ou algo para manter pressão sobre toda a borracha, especialmente sobre as bordas. Depois de 24 horas a borracha vai estar fixada no lugar como originalmente. Foi o que fiz com a minha D200IR neste ultimo fim de semana. Primeiro a limpeza do sensor, agora borracha do corpo... daqui a pouco estarei trocando chip interno e tal

Só pra deixar avisado, não me responsabilizo por perdas de garantia ou coisas do gênero caso alguém siga as instruções detalhadas acima. Mas que economizaria em tempo e dinheiro, isso eu não tenho dúvidas.


Isso aconteceu na minha também.


 Vou tentar e depois posto o resultado.

domingo, 7 de agosto de 2011

Ibitipoca Off-road (06/08/11)

Pra galera do blog, tudo o que rolou comigo em Ibiti.

Fiz essa sequência com quase todos os carros.

Foto 2 da sequência

Foto 3.

Fiz a foto de um ângulo abaixo do carro, como o trecho era de baixa velocidade tive que inventar.

Outro modo que adoro fazer, a foto traz o carro para os olhos do espectador.
 Para variar, sol forte na cara, contra-luz e perrengue. Usei o contra-luz a meu favor, uma foto limpa com boa composição, simples e fácil.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

"7 erros comuns de fotógrafos iniciantes" (Paulo Sacramento)

"Oi moçada! Conheçam os sete erros mais comuns cometidos por iniciantes!


Erro #1 – Capturar cena com algo estranho, contando com a correção posterior que será feita no Photoshop: tem gente que passa horas no computador corrigindo erros que poderiam ter sido evitados em um segundo na hora do click.

Erro #2 – Esquecer de reconfigurar a câmera: o ISO alto que você usou na noite passada, assim como o balanço de branco, não vão se reajustar por si mesmos. Novas condições de luz exigem novas configurações na câmera. É óbvio, mas muita gente se esquece disso.

Erro #3 – Não orientar, nem prestar atenção na pessoa fotografada: é sempre bom mostrar que você sabe o que está fazendo, e que está atento à detalhes da aparência da pessoa retratada.

Erro #4 – Usar o tempo inteiro o zoom, ao invés de mexer o popozão: não fotografe o tempo inteiro na linha dos olhos. Se jogue no chão, role na grama e suba em uma árvore. Mude de perspectiva!

Erro #5 – Ignorar a luz do sol: com o passar do dia, a variação do tipo de luz do sol pode fazer uma paisagem fria e sem graça se apresentar como um momento sublime de delírio e êxtase (exagerei um pouquinho… tá bom, você tem razão…)

Erro #6 – Não disparar o suficiente: você não paga a mais por cada click, então aproveite e aumente suas chances de alcançar aquele momento perfeito que você tem em mente, sem deixar de variar o ângulo enquanto dispara.

Erro #7 – Compor a foto sem cuidado: é muito provável que ao fotografar, você esteja preocupado em acertar a exposição e foco precisamente, esquecendo de prestar atenção na sua composição como um todo. Elementos no plano de fundo podem ser muito distrativos, mesmo estando desfocados."


Mais detalhes e novidades no Podcast do Paulo .

Galera, todo o texto é do Paulo Sacramento, achei tão legal e quis mostrar pra vocês. Valeu Paulo.

sábado, 23 de julho de 2011

Panning? Fácil, rápido e prático!


Muita gente desiste de fazer porque tenta, não 


consegue e para. Mas vou dar umas dicas, aliás a 


maioria dos meus queridos amigos da comunidade 


"Nikon D60 Brasil". 


1° É necessário que a câmera esteja em velocidades baixas (1/15 a 1/60s);

      2° Acompanhe o objeto; "Comece por exemplo da direita, acompanhando o objeto com a  câmera. Quando ele estiver bem à sua frente, clique, mas mantenha o movimento até chegar  completamente à esquerda. Como se você fizesse um "C" com o corpo." ( Huaíne Nunes)


Exemplos de panning:


Corrida em S. Dumont - MG, piloto: Guto Lima.
Av Deusdedith Salgado, Juiz de Fora, MG.


Treino do piloto Thiago Camilo em Jacaré Paguá - RJ.
Corrida em S. Dumont - MG.

Adoro essas fotos! Meus melhores "pannings" são de motos em alta velocidade, então a velocidade do obturador pode (e deve) ser maior. Na segunda foto, estava no carro também em movimento, ultrapassando a moto, então foi mais fácil, não precisei de fazer o "tal" acompanhamento do objeto. Só o movimento do carro foi suficiente. Na terceira foto, admito que minha intenção era focar todo o objeto, como nas duas primeiras, mas com sorte (ou azar), focou só na roda dianteira. Gostei demais! Na quarta foto, acho com medo da moto vir em minha direção puxei rapidamente a lente (zoom), com a luz baixa, o obturador ficou na velocidade ideal para um excelente e diferente panning.


                     Mais fotos e "pannings":  Meu flickr.



domingo, 15 de maio de 2011

Quem sou eu ?

Comecemos do início. No século XX, meu bisavô italiano Celidônio Mazzei vem para o Brasil, como um dos pioneiros da fotografia colorida em Minas Gerais e no Brasil, como mostra a reportagem.


Celidônio Mazzei
por Anderson Moreira
09/06/2010 09:00
Nasceu na Toscana (Itália) em 1888. Aos 8 anos de idade veio para o Brasil com os pais. A família se estabeleceu na Serra da Onça, onde se dedicou à lavoura. Logo cedo descobriu a arte da fotografia, profissão que exerceu até falecer, em 1980. Considerado o pioneiro da arte fotográfica em Ubá, trabalhou em toda a região, sendo o responsável por uma das primeiras revelações fotográficas em cores no Brasil. Entre seus filhos estão Célia e Celma, artistas ubaenses que levam o nome de Ubá para o mundo.

Depois vieram os filhos: José, Geraldo, Talú e Ricardo, todos Mazzei. A fotografia chegou ao meu pai e mais dois tios não só por seus tios, mas também pelo meu vô, que mesmo não sendo Mazzei, era fotógrafo. Agora chegou a minha vez, o único fotógrafo da 4° geração, em mais de cem anos.

E um pouco mais sobre mim num próximo post.